quarta-feira, 24 de outubro de 2012

E sempre volta!


"E você me olha com essa carinha banal de “me espera só mais um pouquinho”. Querendo me congelar enquanto você confere pela centésima vez se não tem mesmo nenhuma mulher melhor do que eu. E sempre volta." ( Tati Bernardi)




quarta-feira, 17 de outubro de 2012

É, dizem que é assim mesmo...






Ando meio chateada com algumas pessoas, ando chateando bastante gente também, eu sei...
Sei que cometemos erros, mas faço de tudo para fazer tudo do jeito certo, viver conforme preceitos éticos, legais e acima de tudo, pensando sempre nas pessoas.
Percebi que muitos só querem saber de dinheiro, de tirar vantagem em cima de mim, ás vezes, deixam as vantagens se sobreporem aos sentimentos... Credo!!!
Tudo bem, sei que não sou vítima, nem quero ser, longe disso! Mas penso que será que vale a pena viver corretamente, e o que dizer daquilo que aprendi nem me lembro quando, aproveite a vida, corra em busca da felicidade... até parece que isso não importa, para algumas pessoas acho que somente o que importa é a felicidade delas mesmas!
Para mim, eu posso ser feliz e ajudar na felicidade dos outros também. A felicidade é feita de momentos, pessoas e fatos cotidianos, mas é facilmente destruída por pessoas sem coragem, egoístas e que me chateiam muito.
Já tentei de muitos modos ser feliz, mas parece que incomodo as pessoas, parece que minha vida não pode ser do jeito que eu quero, tem que ser conforme a sociedade dita: namorar, trabalhar bastante, noivar, ter uma casa, carro e dinheiro, casar e ter filhos...
 Não posso ser feliz do meu jeito, juro que tento seguir, mas sou feliz com momentos, sem regras, sem satisfações, me avisem quando acharem a lei que diz que somente é correto quem segue as normas impostas pela sociedade, que só é certo quem faz tudo do jeito "correto".

Me chateio com cobranças, gosto de compartilhar minha vida com pessoas que acho serem amigas, mas algumas me aborrecem quando nem ao menos me deixam terminar a frase que ia dizendo toda alegre.
Me chateio com pessoas  que me tratam diferente, que me usam para certas conquistas...
 Agradeço por um dom que tenho, sempre sei quem realmente é importante para mim, mesmo que seja importante por um dia ou por uma conversa apenas, mas é importante. Sei também quem está na minha vida apenas para fazer número e para eu não em sentir muito sozinha, não acrescenta nada, nem aprende nada!

É, dizem que é assim mesmo. Se for, que eu aprenda a me arrepender e a perdoar e que nunca me esqueça que ninguém é perfeito, que sempre precisamos de outras pessoas, mesmo que for para aprender o que é errado fazer, porque também sou feliz assim, chateada!

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Só penso...


Quando fica prostrado, estático, me olhando. Me deixa agir. Tirar zíper, tirar calça, tirar tudo! Quando só fica me olhando, atento e desatento. Os cabelos nas mãos, a saliva secando do lado de fora da boca. Gritas. Olhos vidrados. Símbolos máximos do êxtase.
(Alguns) sons que não me importa entendê-los. Um “pare”, misto de “continue”, com “não sei se aguento por muito mais”. Um sorriso, um movimento a mais, algum som mais alto.
É o fim. Minha vez.
[SÓ PENSO] Sometimes I don’t.



Vi no www.malvadas.org

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Maior medo...

"Meu maior medo é viver sozinho e não ter fé para receber um mundo diferente e não ter paz para se despedir. Meu maior medo é almoçar sozinho, jantar sozinho e me esforçar em me manter ocupado para não provocar compaixão dos garçons. Meu maior medo é ajudar as pessoas porque não sei me ajudar. Meu maior medo é desperdiçar espaço em uma cama de casal, sem acordar durante a chuva mais revolta, sem adormecer diante da chuva mais branda. Meu maior medo é a necessidade de ligar a tevê enquanto tomo banho. Meu maior medo é conversar com o rádio em engarrafamento. Meu maior medo é enfrentar um final de semana sozinho depois de ouvir os programas de meus colegas de trabalho. Meu maior medo é a segunda-feira e me calar para não parecer estranho e anti-social. Meu maior medo é escavar a noite para encontrar um par e voltar mais solteiro do que antes. Meu maior medo é não conseguir acabar uma cerveja sozinho. Meu maior medo é a indecisão ao escolher um presente para mim. Meu maior medo é a expectativa de dar certo na família, que não me deixa ao menos dar errado. Meu maior medo é escutar uma música, entender a letra e faltar uma companhia para concordar comigo. Meu maior medo é que a metade do rosto que apanho com a mão seja convencida a partir com a metade do rosto que não alcanço. Meu maior medo é escrever para não pensar."
(Laís Araújo - http://lais0111.blogspot.com.br/ )