terça-feira, 5 de abril de 2011

Quando nos apaixonamos...


Ilustração: Ana Oliveira
 E morremos de amor!
Vi no blog "Pedacinho do Céu", é lindo, visite também: www.pedacinhodeceuazul.blogspot.com

sexta-feira, 1 de abril de 2011

A indiferença que me machuca

O pior não é a falta de amor e sim a indiferença.
A falta de amor é coberta por outro amor,
A indiferença fere mata corrói.
Como entender, conhecer viver com alguém a longa estrada,
Da vida , estar sempre juntos, na alegria e na doença,
E de uma hora para outra somos tratados com indiferença.
O amor nós conquistamos, nós o encontramos novamente.
Mas o que nos deixa doente, é indiferença que tratam
A gente, de uma mentalidade inconseqüente de mudanças repentinas.
É de um total absurdo o tratamento indiferente,sem
Motivos aparentes para tal mudança brusca.
O amor acabou ?..Tudo bem outros virão para
Dar harmonia a nosso coração.
Mas a indiferença repentina e o desprezo
Como se nós, não tivemos nunca feito
Parte de uma história.
Ainda que se tenha falta de amor,
O pior é carregar no peito,
A indiferença


Anna.  (A FLOR DE LIS)- não achei o nome completo da autora




Vou falar um pouco de indiferença...
É muito ruim alguém olhar para  nós com indiferença, principalmente se você tem um sentimento especial por esse cara.
Prefereria que ele nem me olhasse, ou então me desse um fora logo... agora olhar para mim e fingir que não represento nada é demais!!!
Está certo que tudo foi por acaso, que o beijo foi numa festa louca, nem conversamos direito, mas o meu coração e minha intuição sempre me deram um sinalzinho de que você seria importante para mim.E é.
Não te achei mais, só tinha notícias através dos outros , esqueci da festa, mas de você nunca me esqueci!
No momento exato me encontrou, foi mais especial, ficamos juntos muito tempo, o tempo suficiente para eu me apaixonar e você começar a me ignorar...
Talvez possa ser o beijo que não foi legal, não, não foi o beijo porque você me disse que gostou e por isso tinha me procurado.
Então foi o papo que não foi legal, não foi o papo...
Foi só a indiferença, o olhar esnobe, a mágoa que corta meu coração...
Por que ser indiferente, porque desviar o olhar, por que desfazer de mim ?
Essa sua indiferença me magoa, me  chateia e me dá nó na garganta.
Sua indiferença me mata...
Prometi para mim mesma que faria de tudo para te esquecer e não dar atenção para seus olhos indiferentes, mas o sentimento é maior, não consigo, te noto e a indiferença me persegue!
Queria que o seu desdém fosse por me querer, que sua indiferença fosse por me amar e não saber, queria passar ao seu lado e não sentir o nó na garganta que sinto!
Queria ver os seus olhos sorrindo para mim como fizeram nos nossos encontros, não queria que me tratasse com essa maldita indiferença!!!


quinta-feira, 17 de março de 2011

sexta-feira, 11 de março de 2011

Porque hein?!

De uns tempos para cá, ando um pouco apaixonada, não sei direito, acho que não é só por um, dois, três.
Três é o número, acho que estou apaixonada por três. Ora, mas como assim? 
Gosto do um porque ele é divertido, tem cor do pecado, além de não me cansar nunca da sua beleza. O dois me liga, me faz sentir a mulher mais linda do mundo e é super cuti cuti. O três é lindo, meu tipo, tem um beijo maravilhoso, daria um ótimo namorado.
Queria poder juntar os três em um e não soltar nunca mais...

" Paixão? Eita bichinho que dói e arde.

Quando se está apaixonada sente calafrios dentro, calafrios fora. Calafrios na alma, no coração, na cabeça, na vida. Paixão dá calafrios e não é pouco não.
Paixão fere, paixão queima, traz alegria, tristeza, mas dá calafrios. Calafrios de não estar perto, de não poder sentir. Paixão pode deixar marcas.
Paixão também dá raiva, dá nervoso, dá vontade de sumir, aparecer, correr atrás, se esquivar, se esconder, vontade de chorar e correr atrás de novo. É ela dá calafrios, mas dói..."

quinta-feira, 10 de março de 2011

Vida mais ou menos

"Acho que a vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia boca, de aventuras pela metade.
A gente sai para jantar, mas come pouco.
Vai para festa de casamento, mas resiste aos bombons.
Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil.
Quer beijar aquele cara vinte anos mais novo, mas tem medo de fazer papel ridículo.
Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga  a ir malhar.
E por aí vai...


Tantos deveres, tanta preocupação em acertar, tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação...
Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem  graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão...


Às vezes dá vontade de fazer tudo errado, deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos.
Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí para o que dizem e o que pensam a nosso respeito.
Recusar prazeres incompletos e meias porções.


Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim: 
Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora...

Nós que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos e devemos desejar bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, o coração saciado.


Um dia a gente cria juízo.
Um dia.
Não tem que ser agora."

Depois a gente vê como é que faz para consertar o estrago...






(Martha Medeiros)